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seminário internacional destaca importância de mais investimentos para a cultura negra

“Estamos num governo de inserção então precisamos continuar a pensar formas de inserir a cultura negra nos processos de fomento”, disse Hilton Cobra, presidente da Fundação Cultural Palmares  – MinC, na noite dessa terça-feira, 18/2, durante a abertura do Seminário Internacional Carnaval Identidade Negra e Economia Criativa, realizada na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Também estiveram presentes a deputada estadual Teresa Leitão, o secretário de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Marcos André Rodrigues de Carvalho, Davi Soto, da Fundação Acqua da Colombia, assim como especialistas int

ernacionais em produção carnavalesca do Brasil, Trinidad & Tobago, N

ew Orleans (EUA), Peru e Barbados.

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Durante o encontro, a deputada Teresa Leitão (PT-PE) falou sobre as iniciativas do estado para arealização de atividades de economia criativa, e alertou para a necessidade da produção de dados sobre a contribuição das agremiações carnavalescas para a  economia do carnaval do estado. Ela indica a realização de parcerias com as fundações de cultura para con

solidar esse mapeamento.

Criatividade e economia – Marcos André, da Secretaria de Economia Criativa do MinC,

falou sobre as ações da pasta para promoção das atividades de fomento a cultura, nesse sentido, destacou a necessidade de criar um modelo brasileiro de economia criativa. “O Brasil ainda está atrasado nessa discussão, mas não precisamos copiar modelos internacionais. Temos uma cultura rica, diversa e precisamos pensar uma política criativa que conceba essa diversidade cultural e beneficie o pequeno produtor cultural que precisa ser foco de uma estratégia de economia criativa e solidária”, disse.

Carnaval e Identidade Negra – O presidente do Bloco Afro Olodum, João Jorge, resgatou a resistência negra cultural para manutenção do carnaval de hoje. De acordo com ele, os blocos afros do país são responsáveis pela valorização e manutenção da cultura e identidade negra. Durante a conferência, João Jorge contou ainda a trajetória do Olodum e o trabalho que lhe rendeu projeção internacional”.

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