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>O mercado vence o racismo?

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 O mercado vence o racismo?
Às vésperas da visita do presidente dos Estados Unidos Barack Obama ao Brasil, a revista Veja estampou em suas páginas amarelas na edição de 9 de março último, uma maliciosa entrevista com o economista afro-estadunidense Walter Williams, no passado considerado um “radical”. A entrevista traz o economista numa posição contra as cotas raciais (marca do governo Lula e que prossegue com sua sucessora, a presidenta Dilma Rousseff) e em defesa da idéia do mercado livre no papel de regulador natural de superação do racismo, além de apregoar insucessos para o governo Obama.
Jornalistas do movimento brasileiro pela promoção da igualdade racial na mídia consideraram a entrevista como endereçada aos dois governos: o brasileiro e o norte-americano. E, inconformados com a parcialidade do discurso peculiar àquele veículo, principalmente quando as matérias jornalísticas têm o viés de raça, entrevistaram outra fonte sobre o mesmo assunto: o escritor, professor nigeriano radicado nos Estados Unidos, Emérito (PHD) em francês e história do St. Mary’s College, Femi Ojo-Ade, autor de mais de 60 obras sobre diáspora africana publicadas no Brasil e em outros países, entre artigos, estudos críticos e livros como “Obama – o fenômeno”. Traduzida e editada por alaionline.

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